Posts com Tag ‘Evangelho’

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Tenda da Esperança na Festa do Divino Pai Eterno

26 Julho 2009

Turma do Tenda da Esperança

Turma do Tenda da Esperança

Hoje assistindo ao Sbt acompanhei uma materia em que Gugu visitava a Festa do Divino Pai Eterno em Trindade/Go. E como essa materia me entristeceu em saber quantas pessoas são enganadas por essa simbologia, e histórias inventadas por homens. É realmente triste pois nada dessas histórias se encontra na Bíblia. Na materia o padre contou que um medalhão foi encontrado por um casal da região onde na imagem estava Deus Pai, Filho e o Espirito Santo corando Maria. E quem mandou esse medalhão?

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicita-mente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:21-23).

Outro dia passou no Jornal Hoje uma outra materia sobre a festa, mostrando que através da internet, você pode “acender” uma vela, e mandar pedidos de orações que são impressos e queimados no altar da igreja. …. PERAI??? E quem vai ler e orar a Deus pelos pedidos de oração… a impressora??

Irmãos leiam a Bíblia e a verdade vos libertará. Não se firmem em mensagens ditas por homens, mas firmem os pensamentos no que vem do alto.

O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.” – Salmo 121:1-2

Porque estou contando isso??? Porque descobri o site da Missões Nacionais, que desenvolve um trabalho de evangelização das pessoas durante as festas em Trindade, e também em Belem-PA. Quão grande foi a minha alegria em saber que o Senhor levantou irmãos tão preciosos para levar a LUZ para essas pessoas tão sedentas pela verdade.

Saiba mais sobre a Tenda da Esperança

Missoes NacionaisNo site eu também descobri o congressos do Desperta Pelo Brasil. E em Setembro , 25 e 26, acontecerá em Goiania. O congresso Desperta pelo Brasil nasceu com o objetivo de incentivar a realização da obra missionária, seja intercedendo, ajudando financeiramente ou indo aos campos. Para manter acesa essa chama, em 2009 Missões Nacionais realizará 17 congressos em todo o Brasil.
As programações contam com testemunhos missionários, momentos de louvor, consagração de vidas, oficinas com enfoque na obra missionária e apresentação dos desafios da nação. Participe conosco de momentos edificantes e leva para sua igreja esse ardor por missões.

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As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (2008) e o Evangelho

25 Novembro 2008

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Ola pessoal, assisti o segundo filme ontem… 23 as 2h! foi demais,,, mesmo sob o risco de cair no sono em algumas partes, outras realmente me prenderam. E no segundo os elementos do cristianismo não estão nos comparativos como no primeiro, mas sim nas situações que todo mundo passa.. e eu fiquei pensando “CadÊ o Aslam?”!!! Bom, vejam os comparativos que achei.

Em toda a série, e em “Príncipe Caspian” particularmente, os personagens principais enfrentam uma série de situações que mudam suas vidas e aprendem muitas coisas sobre si mesmos e outras pessoas. Descubra mais sobre o mundo de “Príncipe Caspian” e a sabedoria espiritual que podemos depreender dele ao revisitar a terra de Nárnia através destas 12 lições:
1. O tempo é mesmo relativo: Num momento, os irmãos Pevensie estão em uma estação de trem, se preparando para voltar para a escola; e, no instante seguinte, eles se encontram de volta a Nárnia. Embora tenha passado muito tempo – 1300 anos desde a última visita -, quando eles voltam de Nárnia no fim do livro, não se passou quase tempo algum no mundo “real”.O uso do tempo em “Príncipe Caspian” parece ser uma metáfora para o conceito bíblico encontrado em 2 Pedro: “Um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos são como um dia.” Os Pevensie aprendem que o que pode parecer importante agora não é necessariamente importante muitos anos depois – porém Aslam, o símbolo divino, é sempre o mesmo.
2. Deixe de lado as grandes expectativas: Repetidamente, em “Príncipe Caspian”, C.S. Lewis examina as falsas suposições e expectativas de alguns dos personagens quando eles se baseiam em informações incorretas ou julgam os outros pela aparência.Por exemplo, alguém poderia dizer que o guerreiro mais valente no livro não é Pedro ou um telmarino. Em vez disso, é um rato, Ripchip. Esse pequeno soldado quase dá uma surra no príncipe Caspian, que, com arrogância, pensa que alguém tão pequeno não conseguiria vencê-lo.De modo semelhante, quando as crianças retornam a Nárnia, os atuais narnianos – assim como o príncipe Caspian – estão esperando que adultos, e não crianças, venham em seu socorro. Sem saber que as crianças realizaram atos de bravura no passado para salvar Nárnia, os narnianos os encontram com um certo desapontamento, como se dissessem: “São vocês?”A Bíblia está cheia de histórias mas quais que Deus escolhe quem é pequeno ou tolo para demonstrar o Seu poder. Ainda assim, continuamos a julgar apenas pelas qualidades superficiais.
3. A fé não deve ser decidida pelo voto da maioria: Lúcia é a única que consegue ver Aslam durante uma boa parte do livro. Ela primeiramente tenta convencer os irmãos de que Ele está perto, mas Susana e Pedro não acreditam nela. Edmundo acredita, mas também não consegue ver Aslam. Quando Lúcia pede que confiem nela, os outros decidem colocar o assunto em votação. A maioria decide que as visões de Lucy com Aslam são absurdas e continuam no caminho que haviam escolhido, apenas para se arrepender dessa decisão – e da falta de fé – logo depois.É muito tentador deixar que outras vozes abafem aquela pequena e constante voz da fé que fala dentro de nós. Também é mais fácil simplesmente seguir a maioria, quando sabemos que deveríamos defender as nossas crenças. Mas, assim como Lúcia deixou que a sua fé fosse silenciada e se arrependeu disso, quando nós não agimos com fé, também não demorará muito até que soframos as conseqüências.
4. Mantenha a fé em meio a uma cultura de descrença: Não há lampião mágico nesta Nárnia. Não há floresta encantada. A vida é sombria, triste e devastada pela batalha. Ninguém nesta Nárnia acredita em animais falantes, anões, nem em nenhum dos habitantes que originalmente agraciavam a terra. Mas, quando Lúcia e os outros tentam contar ao príncipe Caspian como tudo costumava ser, ele lentamente começa a acreditar na antiga Nárnia e deseja encontrar os antigos narnianos que têm vivido escondidos.Neste sentido, Nárnia é uma excelente metáfora para uma sociedade pós-moderna na qual ceticismo, narcisismo, intelectualismo, elitismo e vários outros “ismos” criaram um ambiente de descrença, ansiedade, depressão e desespero que sufoca a beleza e o mistério da jornada da fé.
5. Não tema, pois Deus está com você: Aslam faz mais de uma vez uma advertência sensata sobre não dar ouvidos ao medo. Trumpkin tem medo de Aslam quando o encontra pela primeira vez, mas apenas porque não conhece o caráter do Leão. Quando ele descobre a verdadeira natureza de Aslam, não sente mais medo.Aslam também precisa acalmar os medos de Susana quando ela o encontra pela primeira vez nesta história. Aslam gentilmente diz a Susana que ela deve parar de ouvir a voz do medo. O medo foi um dos motivos pelos quais ela não conseguiu vê-lo quando ele apareceu para Lúcia no início da jornada. Para ajudar Susana a recuperar as energias e a colocar os pensamentos no lugar, Aslam então sopra sobre ela. Com esse sopro, o medo perde o controle sobre o coração de Susana e ela pode ser valente novamente.Não é uma imagem reconfortante? Quando o medo toma conta do nosso espírito, nós apenas temos que buscar o sopro do nosso Criador para restaurar nossa paz e discernimento.
6. Seja grato pelas bênçãos disfarçadas: Em certo momento, Pedro se sente responsável por ter levado seus irmãos e os antigos narnianos por um caminho difícil – através de uma garganta, abrindo caminho entre a vegetação cerrada em um terreno íngreme. Mas, quando Pedro se desculpa com os outros pelo erro, Trumpkin observa que, se eles tivessem ido pelo lado que haviam planejado originalmente, a situação teria sido bem pior.Quantas vezes não precisamos de alguém como Trumpkin em nossas vidas para nos lembrar que a situação atual poderia ser bem pior se tivéssemos feito uma escolha diferente ou se tivéssemos nos recusado a ouvir um amigo de confiança?
7. Separe um tempo para desfrutar da presença de Deus: Uma das minhas cenas favoritas no livro é quando os antigos narnianos estão reunidos com Aslam, o criador de Nárnia. Embora eles tenham passado por tempo difíceis e o perigo esteja à frente deles, eles gastam algum tempo desfrutando da companhia de Aslam, literalmente brincando e se divertindo com o enorme leão.Para mim, é uma bela maneira de lembrar que, não importa o que estejamos passando ou o quanto estejamos ocupados, temos que nos recordar que Deus deseja passar tempo conosco para simplesmente brincar. É um convite para confraternizamos com o nosso Criador.
8. Atitudes podem ter conseqüências permanentes: Quando as crianças descobrem os presentes que ganharam na primeira aventura em Nárnia na sala do tesouro em Cair Paravel, Edmundo é mais uma vez lembrado de que, por causa da sua antiga traição contra os irmãos e contra Nárnia, ele não tem uma lembrança especial de sua primeira jornada. Embora Aslam tenha dado a sua vida voluntariamente em troca da de Edmundo em “O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa”, isso não significa que não existem conseqüências para as escolhas que Edmundo fez.É interessante notar que, mais uma vez, a jornada de Edmundo espelha mais a nossa do que qualquer outra. Deus perdoará prontamente os nossos pecados se pedirmos, mas isso não significa que nossas ações não terão efeitos a longo prazo.
9. A vaidade corrompe o caráter: Quando Ripchip finalmente tem a chance de estar face a face com Aslam, ele não está preocupado com o futuro de Nárnia nem com o seu papel nele. O foco de Ripchip é uma mera vaidade – a sua cauda. Nesse momento, o rato poderia pedir qualquer coisa ao poderoso Aslam, mas ele só consegue pensar no constrangimento que sente por aparecer diante de Aslam sem sua bela cauda.Aslam louva os atos de heroísmo e bravura de Ripchip, mas também o lembra de que ele dá importância demais a uma coisa que é apenas questão de vaidade e aparência, e não um reflexo verdadeiro de caráter.Nós também podemos dar muita importância a manter a aparência exterior de fé e piedade, sem nutrir a vida interior de que precisamos para crescer espiritualmente.
10. Lealdade e sacrifício serão recompensados: Um dos gestos mais comoventes de amor e sacrifício nessa história é quando o exército de anões implora que Aslam cure o seu valente líder Ripchip, que perdeu a cauda na batalha. Os seguidores de Ripchip declaram que cortarão suas próprias caudas em solidariedade, caso Aslam não restaure a de seu líder. Comovido pelos ratos e por sua disposição de se sacrificarem em favor de Ripchip, Aslam concede o que lhe é pedido.Esse tipo de devoção, raramente encontrada em nosso mundo, é o mesmo exemplo de lealdade e sacrifício que a Bíblia nos dá em todo o Novo Testamento. Como diz a passagem de João: “Ninguém tem amor maior do que este, de dar a vida pelos seus amigos.” Somos desafiados a colocar isso em prática em nossas próprias vidas.
11. Fique perto da sua família espiritual: Embora o tio Miraz seja o parente vivo mais próximo de Caspian, não há nenhum vínculo entre eles. Miraz é o falso rei de Nárnia que matou o próprio irmão, Caspian IX, para poder assumir o trono.Depois de Caspian fugir da tirania do tio, ele entra em contato com os Pevensie e, mais tarde, com os antigos narnianos, os que ainda se lembram da Era de Ouro de Nárnia. Quando os encontra, Caspian sente em relação a eles uma afinidade imediata, como nunca sentira antes. Os antigos narnianos são a sua verdadeira família espiritual.Assim é também para alguns de nós. Podemos não ter nascido em uma família afetuosa, que nos completa. Entretanto, podemos, se quisermos, desenvolver uma família espiritual com pessoas de fé e caráter semelhantes aos nossos, para que possamos prosseguir na jornada.
12. Líderes não são natos, e sim preparados: Embora Pedro e Caspian seja jovens rapazes destinados a reinar em Nárnia, eles não são líderes naturais. Vemos através da série de livros que, independente de destino ou direito de nascença, tornar-se um líder de verdade é um processo – e não é nada fácil. Tanto Caspian quanto Pedro cometem erros. Na verdade, os dois rapazes a princípio têm dificuldade para trabalhar juntos, e precisam de uma lição de humildade e trabalho em equipe antes de finalmente obterem a vitória contra os telmarinos.Na nossa cultura hoje em dia, não damos nem uma chance aos nossos líderes – seja no nosso bairro ou no governo – quando eles cometem erros. Talvez o melhor presente que podemos dar a eles é sermos mais como Susana e Lúcia, encorajando e dando o nosso apoio para que eles possam aprender e crescer como líderes.
Fonte: Mundo Nárnia

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As Crônicas de Nárnia e o Evangelho

23 Novembro 2008

Este é o terceiro texto interessante que achei sobre o filme e a Bíblia. É do blog do Júlio Cesar. Vejam os comparativos que ele faz. Lembrando que o livro/filme nao é a confirmaçao da Biblia ou aglo do gênero, mas vemos sim muitas ligações com a Bíblia.

Assisti ao Filme pela primeira vez na semana passada, e já tinha ouvido falar que o autor (C.S Lewis) baseou-se em muitos aspectos do Evangelho na criação do livro, e que foram amplificadas no filme.
Sabia que o autor era cristão, e que era ateu anteriormente, e que havia escrito vários livros cristãos, mas não tinha assistido ao filme ainda (nem lido ao Livro).

Vou citar algumas cenas em que percebi comparações com o evangelho de Cristo:

1º- O fato do armário (Natural) levar até ao mundo de Nárnia (Espiritual).

Isso nos mostra que Deus usou de meios naturais para revelar o espiritual aos homens, pois a Bíblia foi escrita por homens (natural), mas através da Revelação sobrenatural e Espiritual do Espírito Santo.
Se Você olhar uma Bíblia com os olhos naturais, você verá uma capa, Várias páginas, vários textos, e vários livros, números de versículos e capítulos, MAS…
Ao Ler de coração, você vai ver que ela não é apenas um livro qualquer, mas que Ela te leva a conhecer a Deus, ao diabo (origem e causador do mal na terra), e a Jesus Cristo, que é a prova do Amor de Deus por nós, que morreu por nós para nos salvar e nos tornar filhos de Deus.

2º – Apenas a menina (lucy) entra e depois o seu irmão, e os irmãos mais velhos não vêem nada no primeiro momento…

Jesus disse: “quem não se fizer como uma criança, não entrará no reino de Deus ” E é por isso que Jesus quer que creiamos Nele, entreguemos nossa vida a Ele, morramos para o pecado, e nasçamos de novo em Cristo, como novas Criaturas e Filhos de Deus (como Crianças). A Bíblia diz “seja excelente para o Bem e inocente para o mal”, querem melhor exemplo disso do que crianças?

3º – A Figura do Diabo através da Feiticeira Branca, que se diz rainha de Nárnia.

O Diabo acha que é o dono do mundo, mas ele é mentiroso. Ele roubou o controle do mundo através do pecado do homem… Ao enganar Edmund com os doces e a astúcia, vemos que o diabo engana os seres humanos com as tentações, que no inicio são boas, mas depois aprisionam, escravizam e maltratam as pessoas.

4º O poder do pecado e a Graça de Deus.

A Lança da Feiticeira simboliza o pecado, que aprisiona, e faz separação entre o homem e Deus.  Percebam que no início do filme, Nárnia está congelada, fria, sem cor e cinzenta, e esse mesmo gelo, aumenta a coroa da feiticeira. O pecado no mundo faz com os homens estejam longe de Deus (Isaías 59:1-2), que Criou o ser humano com livre-arbítrio, e respeita essa Liberdade, sem forçar o Homem a Crer Nele e ter comunhão com Ele obrigado. Por isso, a Bíblia diz que “o Mundo Jaz no Maligno”.

5º – A Intercessão e a Libertação de Edmundo.

Ao falarem com Aslam sobre a prisão de seu Irmão (oração e intercessão), Ele manda (resposta da oração) seus guerreiros (anjos) para combaterem com os servos (demônios) da feiticeira (diabo). Se vocês observarem, verão que poucos guerreiros (anjos) derrotam facilmente muitos demônios, ou seja, Deus é soberano e poderoso.

6º – O Pecado dos Homens e o Perdão Incondicional de Jesus.

Aslan perdoa Edmundo, e diz “Seu passado está limpo para mim, você está perdoado”.  A Bíblia diz isso em II Coríntios 5:17 “Todo Aquele que está em Cristo é nova Criatura, o Passado já se foi e eis que tudo se fez novo” ·

7º – A Feiticeira vai a Aslan, acusa Edmundo e diz que segundo a regra de Nárnia, Edmundo é dela agora, e tem que pagar pelo que fez.

“O Salário do Pecado é a Morte…”
Mas Aslan Diz que vai se entregar no Lugar de Edmundo.  “Mas o Dom Gratuito de Deus é a vida Eterna” (Romanos 6:23)


8º- Aslan se entrega em sacrifício por Edmundo.

Ali vemos uma Representação da Crucificação, e vemos que Jesus entregou a si mesmo por nós. (Isaías 53)

9º – Mas Ele Ressuscita e explica o conceito do sacrifício Expiatório de um Inocente, e diz que sem derramamento de Sangue, não há perdão.

Jesus foi o Sacrifício perfeito e eterno. Jesus nunca Pecou, mas pagou em nosso Lugar pelo preço do Pecado, que é a Morte. A Morte reina no Mundo por causa do Pecado, tipo uma lei de ação e reação, por causa do Pecado de Adão. (Vejam isso em Romanos 5:12-19)

10º O Porquê do Nome Aslan.
O personagem se chama Aslan porque simboliza que Jesus é o segundo Adão. (Adão em Inglês -> Adam) “Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão (Jesus Cristo), espírito vivificante”. (1Coríntios 15:45)

11º – Peter ganha de Presente uma Espada e um Escudo.

Que simbolizam a Espada do Espírito (Palavra de Deus) e o Escudo da Fé.
(Efésios 6:10-17)

12º Na hora da Batalha, Edmundo quebra a Lança da Feiticeira com a espada.

Nisso vemos que através da Palavra de Deus (Espada) podemos quebrar o poder do Pecado em Nós.”Conhecereis a Verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32) E Davi, no Salmo 119 diz: “Guardei a Tua Palavra em meu coração para não pecar contra Ti”·

13º Aslan Vivifica os que foram petrificados pela lança da Feiticeira.

Só Jesus Pode Vivificar aqueles que estão mortos no Pecado! “Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência, entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez sentar nas regiões celestes em Cristo Jesus” (Efésios 2:1-6)

14º As Crianças são Coroados e tem seus nomes mudados: A Formação da Igreja de Cristo.

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”;  (1 Pedro 2:9)

15º A questão do tempo em Nárnia

Eles saem de Nárnia, e parece que passou muito tempo, mas o tempo está no mesmo lugar em que quando entraram lá através do Armário.
Um dia para Deus é como 1000 anos e 1000 anos como um dia.

16º Eles conversam com o Tio sobre Nárnia (a segunda vinda de Jesus, e o arrebatamento da Igreja):

E Ele os fala que Aslan (Jesus) vai voltar quando menos esperarem, e que eles devem manter seus olhos abertos, ou seja: Vigiar!

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Crítica sobre o comparativo do filme “Crônicas de Nárnia” e Bíblia

23 Novembro 2008

As Crônicas de Narnia

O que acharam sobre o filme as Crônicas de Narnia?Um filme lindo, sobre nosso Salvador, ou um engano em que muitos irmãos acreditam? Pra ser sincero, não assisti o filme, mas recebi o artigo por e-mail, li e gostei muito. Leiam, meditem, e tirem suas conclusões.


Autor: Jehozadak Pereira

Como preâmbulo deste artigo que escrevi tempos atrás,acrescento algumas considerações.

1. Ao filmar as Crônicas de Nárnia, a Disney quis agradar aos evangélicos? Não, a Disney não quer agradar nenhum segmento religioso filmando As Crônicas de Nárnia. O interesse da Disney é meramente comercial.

2. As Crônicas de Nárnia é uma história cristã? Não. Não é. Compare a trama com a Bíblia e jamais vai se encontrar por menor que seja qualquer coisa que se pareça com o cristianismo. Compare a trama com qualquer dicionário ou enciclopédia esotérica ou mística e vai ser possível encontrar muitas e muitas coisas relacionadas como esoterismo, o misticismo, feitiçaria e bruxaria.

3. C. S. Lewis não foi um escritor cristão? Sim, após a sua conversão ele escreveu muita coisa boa, mas nunca renegou esta história esotérica, por mais que o defendam os seus devotos. O irlandês Clive Staples Lewis, escreveu mais de 40 livros, e estima-se que da sua obra foram vendidos mais de 200 milhões de cópias, traduzidos em mais de 30 línguas. Entre as suas obras estão: “Regresso do Peregrino”, “O Problema do Sofrimento”, “Milagres”, “Cartas do Inferno”, uma trilogia de ficção científico-religiosa “Longe do Planeta Silencioso”, “Perelandra”, “That Hideous Strength”. Para crianças escreveu a série de fábulas “Crônicas de Nárnia” e nelas “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”. Considerado conto-de-fada cristão. E é exatamente deste livro que quero tratar neste artigo. C. S. Lewis é considerado por muitos como o maior escritor cristão que o mundo já teve. Lewis é citado por pregadores, recomendado por homens influentes, estudado nas faculdades, nos seminários e nos institutos bíblicos. É comum ouvir em certos púlpitos mensagens onde Lewis é mais citado do que Jesus Cristo, e seus livros de referencial em lugar da Bíblia. Há uma verdadeira febre e devoção a Lewis, muitos o incensam como o modelo ideal de escritor. Ateu desde a sua infância converteu-se ao cristianismo em 1929, na Igreja Anglicana, e é tido como o porta-voz não oficial do cristianismo, como se o cristianismo precisasse de um porta-voz, oficioso ou oficial a despeito de que o nominado seja C. S. Lewis. Talvez Lewis tenha sido levado a este panteão por seus fiéis seguidores, que ignoram tantos outros nomes de relevância na pregação e divulgação do Evangelho ao longo dos séculos.Será que podemos considerar este “laurel” como uma prova de fanatismo, semelhante aos seguidores e admiradores de Freud e Jung? Lembro aos meus leitores de que os seguidores de Jung o têm como um deus, e o consideram como o profeta escolhido dos deuses para dar-lhes o caminho da redenção. Que estes últimos tenham suas preferências vá lá, mas crentes o fazendo é no mínimo muito estranho. Tempos atrás eu conversava com um amigo a respeito de Lewis e Tolkien, e ele me disse uma coisa que me fez pensar bastante. Desde quando o mundo secular elogia e respeita o que é nosso – ou melhor, o que se diz cristão, especialmente na área da literatura? Não é estranho que o mundo elogie um dos “nossos”? Não estou discutindo a fé de Lewis, e nem as outras obras dele, estou expondo os problemas que existem em O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa. A trama é repleta de simbolismos, e ouso dizer que é uma história com fundo esotérico. Certamente esta afirmação vai provocar o espanto de muitos. Mas o que você diria duma história onde há faunos, um guarda-roupa que é um portal, ninfas, anões, dríades, Lilith – a tradição cabalística diz que Lilith, seria o nome da primeira mulher criada antes de Eva, não da sua costela, mas diretamente da terra, tal como Adão. – Somos todos os   dois iguais, teria dito Adão; e após uma discussão, Lilith encolerizada, pronunciou o nome de Deus, e fugiu para iniciar a sua carreira demoníaca, ou que ainda Caim e Abel brigaram por causa de Lilith. Alimento enfeitiçado, sátiros, centauro, minotauro, cavalo alado, náiades, unicórnio, um leão que morre e ressuscita, ogres, duendes, vampiros, espíritos que moram nas árvores, fantasmas, lobisomens, íncubo – demônio masculino que, segundo velha crença popular, vem pela noite copular com uma mulher, perturbando-lhe o sono e causando-lhe pesadelos – mortos que ressurgem para a vida, e finalmente uma feiticeira. Mas não uma feiticeira qualquer. É uma feiticeira branca. Não se trata de ver o mal. A perversidade das trevas no escrito de Lewis, somente porque há a feiticeira, seja ela de qual cor for. O comprometimento é muito maior do que se pensa, além do que a Bíblia nos diz o que acontecerá com os feiticeiros, repito – seja lá de qual cor forem. A feiticeira é o menor dos problemas… Ao que parece, aqui quer se “santificar” a feiticeira branca, somente porque foi Lewis quem a colocou na história, e para muitos isto basta, afinal foi um homem “santo” quem o disse. Mas voltando aos comprometimentos do livro, este exército de demônios luta ao lado do bem – de Aslam, o leão que é morto e ressuscitado, contra o mal – a feiticeira. A trama toda começa quando Lúcia entra no guarda-roupa mágico e quando se dá conta que está num país, onde é inverno o tempo todo. Dentro deste país – Nárnia, Lúcia conhece o Sr. Tumnus – um fauno – divindade campestre caprípede, cornuda e cabeluda – conforme a descrição do livro da cintura para cima parecia um homem, com pernas de bode, com pêlos pretos e acetinados, com cascos de bode no lugar dos pés e uma cauda. Mas eu quero deter-me nas palavras da Professora Gabriele Greggersen que dizem literalmente o seguinte no seu artigo Um encontro e tanto, extraído do endereço clique aqui – : “Como autora de uma dissertação a respeito de O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa, a primeira obra escrita da famosa série de contos-de-fada com fundo cristão – as Crônicas de Nárnia…”. Como pode ser cristão, um texto repleto de seres fantásticos? De seres advindos das trevas que lutam ao lado do “bem”? Vejamos o que são os tais contos-de-fada nadefinição de quem entende e sabe o que significa. Nise da Silveira no seu livro Jung Vida e Obra escreveu o seguinte: “Jung diz que os contos de fadas têm as suas origens nas camadas mais profundas do subconsciente, comuns à psique de todos os seres humanos. Os homens sempre gostaram de histórias maravilhosas. Assim como as crianças. Afirma ainda que é salutar para os homens ouvirem a narração dos contos de fadas, e a narração de velhos mitos. Jung prossegue dizendo que tanto os mitos quantos os contos de fadas são a mais perfeita expressão dos processos subconscientes. O homem pressentirá obscuramente que ali se espelham acontecimentos em  desdobramento no seu próprio e mais profundo íntimo. Afirma que não se trata de acreditar nos feitos heróicos e nosencantamentos que as histórias descrevem, e que as verdades não são objetivas e sim verdades subjetivas, que são narradas na linguagem dos símbolos. Jung, porém tem consciência e admite que tanto as histórias quanto os mitos não passarão pelo crivo das exigências racionais.  Finaliza afirmando que são essas ressonâncias que fazem no conceito dele o eterno fascínio dos contos de fadas”. O professor e escritor Bruno Bettelheim define assim os contos-de-fada. “Os contos de fada, considerados por pais e educadores até pouco tempo como ‘irreais, falsos’ e cheios de crueldade, são para as crianças, o que há de mais real, algo que lhes fala, em linguagem acessível, do que é real dentro delas. Os pais temem que os contos de fadas afastem as crianças da realidade, através de mágicas e fantasias. Porém, o real, a quem os adultos comumente se referem, é o externo, é o mundo circundante, enquanto que o conto de fadas fala de um mundo bem mais real para as crianças. Durante muito tempo, os contos de fadas jazeram esquecidos, desprezados e banidos sob alegação de irreais e selvagens, em vista de suas tramas sempre altamente dramáticas. Depois que a psicologia desmistificou a inocência e a simplicidade do mundo das crianças, os contos de fadas voltaram a ser lidos e discutidos, justamente por descreverem um mundo pleno de experiências, de amor, mas também de destruição, de selvageria e de ambivalências. A psicanálise provou que os pais temem que seus filhos os identifiquem com bruxas e monstros, ogres e madrastas e com conseqüência os deixe de amar.

Porém ao contrário, podendo vivenciar tudo, identificando-se e os pais com os personagens dos contos, os filhos têm sua agressividade diminuída, podendo amar os pais de maneira mais sadia. O conto assim contribui para um melhor relacionamento familiar. Entretanto, a maior contribuição dos contos de fadas é em termos emocionais, propondo-se e realizando concretamente quatro tarefas: fantasia, escape, recuperação e consolo. Desenvolvem a capacidade de fantasia infantil: fornecem escapes  necessários falando aos medos internos da criança, às suas ansiedades e ódios, seja como vencer a rejeição (como em João e Maria) ou os conflito edípicos com a mãe (como em Branca de Neve) ou a rivalidade com os irmãos (como em Cinderela) ou sentimento de inferioridade (como em As Três Plumas). Os contos aliviam as pressões exercidas por esses problemas; favorecem a recuperação, incutindo coragem na criança, mostrando-lhe que sempre é possível encontrar saídas. Finalmente os contos consolam e muito: o final feliz, que tanto adultos consideram irreal e falso é a grande contribuição que os contos favorecem as crianças, encorajando-as à luta por valores amadurecidos e a uma crença positiva da vida”.  A mim me parece deslealdade, afirmar que o fabulário mundial está repleto de seres e entidades demoníacos, e ao mesmo tempo dizer que não há problemas em se aceitar isto como regra de fé e prática, pois afinal tudo é “fantasia”.

Mas quem precisa de fantasia? Já ouvi algumas vezes, que Aslam, é o protótipo de Jesus Cristo, pois ele morre e ressuscita, para resgatar a vida de muitos. Ouvi inclusive relatos emocionados acerca disto. Outro fato que emociona a muitos é quando Aslam convoca a todos para derrotar o mal – ou a feiticeira. E desde quando o bem personificado em Jesus Cristo precisa da companhia de ratos e um leão fedorento para vencer o mal. Mas como o mal pode vencer o mal?  Centauros, unicórnios, cavalos, gigantes, anões, bichos menores, faunos, leões, cães, compunham o exército de Aslam, na sua luta contra o mal. Não preciso dizer que muitos destes são demônios literais. E vejam que não sou eu quem o digo. E muito menos fui eu quem os colocou ao lado de Aslam. Qualquer dicionário de esoterismo pode dizer o que é um centauro ou mesmo um unicórnio, ou esclarecer ainda o que é um fauno ou um sátiro. Outro dia recebi um e-mail falando que a Bíblia cita em Isaías 34.14, a palavra sátiro. Queriam me mostrar e convencer de que o simples fato de a Bíblia citar é o suficiente para corroborar e confirmar o uso do termo por Lewis.

Que queiram acreditar e mais ainda, crer que o livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, é um “poderoso” instrumento de evangelização e uma “alegoria” do Evangelho, que creiam, mas desde quando o Evangelho precisa de “alegoria”? Desde quando um livro repleto de citações de demônios pode ser uma “alegoria” do Evangelho? Se isto – demônios for “um poderoso” aliado do Evangelho o que vamos fazer com Hebreus 4:12? Que Palavra VIVA é esta que precisa do suporte de demônios para ser pregada? Que Palavra EFICAZ é esta que precisa de “alegoria” para ser aceita? Que Palavra CORTANTE é esta que necessita de apoio na mitologia e no misticismo? As semelhanças de Aslam com Jesus Cristo são muitas. Uma delas é chocante. Quando Aslam morre a Mesa de Pedra se rompe e parte  em dois pedaços; “Mas, se fosse um pouco mais longe, de  penetrar na escuridão e no silêncio que reinam antes da aurora do tempo, teria aprendido outro sortilégio. Saberia que, se um  vitima voluntária, inocente de traição, fosse executada no lugar de um traidor, a mesa estalaria e a própria morte começaria a andar para trás… E agora…” Qual foi o inocente que fez  romper o véu? Que traído e inocente foi sacrificado para vencer o mal? Certamente muitos me contestarão, mas com certeza não responderão ou  não terão argumentos para dizer que em O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa, não há misticismo e criaturas fantásticas. Certa vez eu escrevi um artigo repercutindo uma matéria publicada na Revista Veja, que citava Lewis e Tolkien, como autores de literatura semelhante à de J. K. Rowling, a nefanda autora de Harry Potter. Foi o suficiente para que recebesse uma enxurrada de e-mails desaforados defendendo Lewis. Com certeza desta vez emitirão uma fatwa contra mim. Mas não me importo. O que me importa é a verdade é dizer em alto e bom som que em O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa, há contaminação espiritual, a começar do guarda-roupa que é um portal esotérico e a findar em Aslam, em nome de quem se deseja que as aventuras continuem. Perigosas aventuras…Fonte: www.jehozadakpereira.com

Paulo: Achei o texto interessante, e concordo com tudo que disse, mas eu creio que Deus usa essas mensagens, esses filmes para que pessoas no mundo possam despertar um saber, um conhecer sobre Deus, ou pelo menos a semente será plantada, NAO PELO FILME, mas um crente que através de uma conversa, de um papo, poderá usar o filme. É LOGICO q a Disney pouco se importa, mas la em 1950 creio que esse era o desejo de CSLewis. Eu sei de toda simbologia, e sei que a Biblia nao é confirmada pelo filme ou vice-versa, mas eu penso que é uma bela forma de desenvolver uma conversa com as pessoas que jogam RPG e curtem todos esse tipo de jogo, e … leu as 600 páginas do livro do harry potter.